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O status do francês na Inglaterra medieval: evidências do uso da sintaxe do pronome de objeto

O status do francês na Inglaterra medieval: evidências do uso da sintaxe do pronome de objeto



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O status do francês na Inglaterra medieval: evidências do uso da sintaxe do pronome de objeto

Ingham, Richard (UCE Birmingham)

Vox Romanica 65 (2006)

Resumo

O status especial do anglo-normando (AN) em relação ao francês continental foi recentemente sujeito a um debate renovado, uma perspectiva enfatizando seu status sui generis como uma segunda língua na Inglaterra (Kibbee 2000), e outra que fazia parte do período medieval Continum do dialeto francês (Trotter 2003). Este estudo apresenta evidências de que sintaticamente AN não era uma variedade isolada, mas refletia de perto a mudança sistêmica interna contínua dentro do francês continental na sintaxe dos pronomes de objeto, que é conhecido por ser vulnerável na aquisição do francês como segunda língua. Uma extensa amostra de textos anglo-normandos datáveis ​​entre meados do século 12 e meados do século 14 é examinada. O uso de pronomes de objetos em quatro contextos é analisado: orações finitas com auxiliares, orações não finitas, orações imperativas V1 e orações imperativas V2. Em todos esses contextos, o uso do anglo-normando com relação à morfossintaxe do pronome de objeto era muito semelhante ao francês continental e não refletia as diferentes posições do pronome de objeto no inglês médio. Em orações finitas com auxiliares, os pronomes de objeto continuaram a preceder um auxiliar temporal. Nas orações não finitas, os pronomes clíticos sofreram uma mudança em direção a um infinitivo precedente depois de cerca de 1320, como no francês continental. Os pronomes precedem os verbos nos imperativos V2, mas não nos imperativos V1 comuns. O inglês não ofereceu nenhum modelo para essa discriminação posicional precisa nesses contextos diferentes. Conclui-se que, para que este resultado seja observado, AN deve ter mantido laços estreitos com o desenvolvimento linguístico do francês continental. Levanta-se a questão de como essa competência linguística foi transmitida, seja por instrução ou por outros meios.

Resumo ~ em francês

Cet article se penche sur la syntaxe des pronoms personnels compléments d'objet direct en Anglo-Normand. A partir d’un examen de textes allant du XIIe au XIVe siècles, é o demontré que l’Anglo-Norman é um étroitement suivi l’évolution du français en ce qui concerne a colocação de pronoms clitiques dans les propositions infinitivales. A été également respecté le placement du pronom c.o.d. dans les propositions à auxiliaire fléchi, aussi bien que dans les impératives. L'influence de la syntaxe du moyen anglais ne s’est nullement fait sentir dans ces domaines. Cette analisar rejoint une perspective selon laquelle l’Anglo-Normand faisait partie d’un continuum dialetal francófono, au lieu d'en être coupé par son statut de langue seconde. O problema está posé de la transmissão de ces compétences linguistiques, soit par l’enseignement soit autrement.



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